BIO

Residente no Brasil, Alder é ator e cientista social, criador e responsável pela concepção artística e pedagógica do Circuito Kotebá Alder Augusto da Silva é artista, ator, diretor, produtor cultural, cientista social e animador sociocultural, com mais de 20 anos de atuação nos campos da arte, educação, tecnologia e memória coletiva. Sua trajetória tem como marca a integração entre práticas culturais negras, formação comunitária e ativação de territórios periféricos, com forte ênfase na escuta, na oralidade e na criação coletiva. Natural de Pernambuco, iniciou sua atuação ainda na infância em projetos culturais populares. Estudou audiovisual e dança em São Paulo, integrou a Cia Sebastian de Dança, e atuou em produções nacionais e internacionais. No Rio de Janeiro, aprofundou-se em dança na Escola Nós da Dança (Regina Sauer) e colaborou em pesquisas sobre a zona portuária, resultando em filme, tese e livro antropológico.

Desde 2011, radicado na Bahia, desenvolveu projetos de grande impacto sociocultural, como os Encontros Multiculturais da Quarta dos Tambores, realizados em Cachoeira (2011–2015), Kotebá do Recôncavo e o Kotebá de Humildes, em Feira de Santana, onde articula formação teatral com animação sociocultural e memória comunitária. É o criador e principal articulador da metodologia Kotebá no Brasil, um teatro afrocentrado baseado na tradição bambara do Mali, adaptado ao contexto das juventudes negras brasileiras. Seu método une entrevistas narrativas, jogos teatrais, rituais simbólicos e cenas de improvisação em rodas de escuta e criação coletiva.

Desde 2013, o Kotebá já impactou centenas de jovens e comunidades quilombolas, urbanas e rurais, especialmente na Bahia e em outros estados do Nordeste. Como artista-pedagogo, atua simultaneamente como diretor artístico, formador, coordenador de campo e mediador social, com domínio técnico e sensível da linguagem teatral afrobrasileira. Seus trabalhos foram apoiados por editais estaduais e federais, como o Fundo de Cultura da Bahia e a Lei Aldir Blanc, e incluem produções como Gimba – Presidente dos Valentes, Kotebá do Povo, Groove na Comunidade e oficinas no MITsp. Alder é reconhecido por sua capacidade de articular redes locais, formar lideranças culturais e utilizar o teatro como instrumento de reumanização e transformação social. Sua prática é orientada pelo pensamento afrodiaspórico, pelo ativismo pedagógico e pelo compromisso com a ancestralidade como forma de futuro.

Etiqueta Recife/PE - 2025

“Fronteiras da Sanidade” é uma proposta expositiva que tensiona os limites entre o corpo e a instituição, entre a experiência pessoal da dor e o sistema que a administra. Partindo de uma vivência real no maior hospital público de urgência de Pernambuco, a exposição se constrói como um manifesto visual, poético e político, dando corpo a imagens que nasceram da travessia do artista Carlos Henrique por um processo profundo de internação, observação e resiliência.

A proposta se estrutura a partir de três eixos fundamentais:
● A exposição artística de obras visuais que ressignificam o trauma e a vivência hospitalar;
● As ações formativas e reflexivas em espaços comunitários e educacionais;
● A construção de uma experiência curatorial expandida, que conecta arte, crítica social e escuta ativa dos territórios.

À frente dessa mediação está o curador Alder Augusto, artista multidisciplinar, cientista social e produtor cultural, cuja trajetória é marcada pela articulação entre arte, ancestralidade e transformação social. Alder atua não apenas como curador no sentido clássico da palavra, mas como curador mediador, sendo responsável pela costura crítica da narrativa, pela escolha das obras e também pela elaboração das estratégias de aproximação com os públicos envolvidos.

Sua curadoria se pauta por uma escuta profunda, por metodologias participativas e pela atenção aos atravessamentos sociais e simbólicos da obra. Ele propõe uma curadoria que atravessa os muros institucionais e se estende ao território — seja na Várzea, nas escolas de arte, ou nas conversas com a cidade.

Com essa proposta, Alder Augusto reafirma sua visão de curadoria como ferramenta política e pedagógica, capaz de expandir o campo da arte contemporânea para além dos circuitos formais, alcançando diferentes camadas sociais e contribuindo para o fortalecimento da cultura como prática viva, crítica e coletiva.

“Fronteiras da Sanidade” não é apenas uma exposição. É um chamado ao debate, à escuta e à reflexão sobre como tratamos os corpos, os limites e as potências humanas no contexto social e institucional brasileiro.

Acesse a exposição aqui

Etiqueta São Paulo/SP - 2020

MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo

Alder Augusto integrou a equipe da 7ª edição da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp), realizada de 5 a 15 de março de 2020, um dos eventos mais importantes das artes cênicas no Brasil.

Atuou como Assistente de Produção Local no espetáculo Gota d’Água {Preta}, dirigido por Jé Oliveira, uma releitura crítica e contemporânea do clássico de Chico Buarque e Paulo Pontes. A montagem, com elenco majoritariamente negro e referências à musicalidade afro-brasileira e ao hip-hop, abordou questões como racismo estrutural, desigualdade social e identidade. Apresentado no Teatro do Sesi-SP, o espetáculo foi destaque da mostra e recebeu o Prêmio APCA de Melhor Direção (2019).

Além disso, participou da Oficina de Performance Urbana, uma das Ações Pedagógicas da MITsp, voltada à experimentação artística no espaço público. A atividade promoveu práticas performativas ligadas ao território urbano, incentivando a reflexão crítica sobre corpo, arte e cidade. Essa experiência contribuiu para o fortalecimento da linguagem artística de Alder no campo das performances e intervenções socioculturais.

Bastidores da peça Gota D'agua Preta, Teatro Fiesp, São Paulo SP - 2020.
Bastidores da peça Gota D'agua Preta, Teatro Fiesp, São Paulo SP - 2020.
Bastidores da peça Gota D'agua Preta, Teatro Fiesp, São Paulo SP - 2020.
Oficina de Performance Urbana, MITSP, São Paulo SP - 2020
Etiqueta Cabo de Santo Agostinho - 2021

GROOVE NA COMUNIDADE

Groove na Comunidade foi uma iniciativa idealizada por Alder Augusto durante o período da pandemia, com o objetivo de manter ativa a produção artística em meio ao isolamento social. O projeto reuniu artistas da região para a realização de uma live colaborativa, promovendo conexão, expressão coletiva e valorização da cultura local em tempos de distanciamento.

Etiqueta Rio de Janeiro/RJ - 2023
Show do Trio Tomara, Niteroi/RJ 2023
Show dos Irmãos do Pandeiro , com Elias Rosa, CTO. 2023
Etiqueta Feira de Santana/BA - 2024

KOTEBÁ DE HUMILDES

O Kotebá de Humildes é uma potente iniciativa cultural que integra formação artística, valorização da memória comunitária e protagonismo local no distrito de Humildes, em Feira de Santana (BA). Inspirado no teatro tradicional africano do povo bambara, o Kotebá é adaptado para a realidade brasileira como ferramenta de criação coletiva, crítica social e celebração da ancestralidade negra. A proposta visa a formação continuada de jovens e moradores da comunidade em teatro comunitário, com ênfase em processos colaborativos de criação, técnicas de encenação e interpretação, construção de figurinos, dramaturgia popular e produção cultural de base.

O projeto foi idealizado como um movimento de fortalecimento da identidade local e reorganização comunitária, envolvendo escolas, associações, mestres da cultura popular e lideranças locais. Suas ações são articuladas a partir de encontros formativos, entrevistas narrativas com os moradores, produção de uma narrativa cênica coletiva e culminam no Grande Dia do Kotebá — evento cultural público com apresentações teatrais, exibição de registros audiovisuais, rodas culturais e atividades artísticas abertas a toda a população.

O papel de Alder Augusto

O responsável pela concepção artística e coordenação pedagógica do projeto é Alder Augusto da Silva, sociólogo, produtor cultural e pesquisador das culturas africanas e afro-brasileiras. Com mais de uma década de atuação em iniciativas que unem arte, memória e território, Alder adaptou o teatro Kotebá ao contexto brasileiro e vem aplicando essa metodologia em diferentes territórios, promovendo vivências que unem estética, política e ancestralidade. Em Humildes, ele liderou a implementação do projeto desde o planejamento, formação dos participantes, realização dos experimentos cênicos até a articulação com instituições locais. Sua atuação tem sido fundamental para a revitalização da Associação Cultural Tereza de Jesus e a consolidação do Kotebá de Humildes como referência de arte transformadora e enraizada na comunidade.

Aplicação da Entrevistas Narrativas como processo inicial criativo.

As entrevistas narrativas são conduzidas de forma a estimular o entrevistado a contar uma história sobre determinado tema. Nesse modelo, evita-se interferir na forma como o entrevistado estrutura sua narrativa, respeitando sua linguagem própria e suas formas de representação.

O Koteba de Humildes celebrou parcerias, com escolas, organizações de mulheres e até disciplinas específicas da sala de aula

Etiqueta Cachoeira/BA - 2024

CANTOS E CONTOS DO ATLÂNTICO SUL

Encontros de saberes contemporâneos: Brasil e Moçambique em Diálogo

O evento “Cantos e Contos do Atlântico Sul: Encontros de Saberes – Brasil e Moçambique em Diálogo”, realizado no Pouso das Artes Cachoeira, foi um encontro potente entre culturas, histórias e saberes de dois lados do Atlântico.

Com mediação de Alder Augusto e participação especial de Valmir da Boa Morte, o encontro contou com os pesquisadores moçambicanos Bruno Mendiate e José Gopa Muchacuar, que trouxeram reflexões sobre os desafios políticos contemporâneos de Moçambique — especialmente diante da manipulação eleitoral pela FRELIMO e os impactos nas estruturas de descentralização e organização popular.

O evento intercalou falas e manifestações artísticas, criando um ambiente de escuta sensível e troca profunda. Artistas e lideranças da região participaram ativamente, oferecendo contrapontos, partilhas e experiências que enriqueceram o debate com olhares negros brasileiros sobre história, território, ancestralidade e resistência. Esse primeiro encontro reafirmou a importância de iniciativas que fomentem o diálogo entre os povos do sul global e celebrem a memória viva da diáspora africana.

Etiqueta Cachoeira/BA - 2011 — 2015

QUARTA DOS TAMBORES

Escutura recebida pelo projeto Pelo Samba de Roda Suerdik de Dona Dalva, Quarta Dos Tambores, Cachoeira/BA.

Idealizado por Alder Augusto, que atuou como diretor artístico, produtor executivo, mediador cultural e apresentador, a Quarta dos Tambores foi um dos principais encontros multiculturais realizados no Recôncavo Baiano. O evento aconteceu entre 2011 e 2015, sempre na primeira quarta-feira do mês, na Praça Teixeira de Freitas, em Cachoeira (BA), reunindo representantes das nações do Candomblé (Jeje, Ketu, Angola e Nagô), coletivos culturais, artistas independentes e o público em geral. Com foco na valorização das manifestações culturais de matriz africana e na articulação de redes de resistência, a programação era dividida em dois momentos principais:

Toque das Nações: cerimônia de abertura conduzida por representantes de terreiros de Candomblé, com cantos, discursos e rituais públicos;
Toque dos Artistas: apresentações de grupos culturais, músicos, sambadores, dançarinos, performers e coletivos afro-brasileiros.

Além da programação regular, Alder também coordenou a criação da Quarta dos Tamborzinhos, voltada ao público infantil, com cortejos, brincadeiras, oficinas lúdicas e apresentações mirins de samba de roda e teatro, promovendo a inserção das crianças nas tradições culturais afro-brasileiras. A iniciativa foi desenvolvida em articulação com a Comunidade do Tambor (COMTA), formada por representantes de terreiros, produtores culturais e estudantes da UFRB. Como coordenador geral e estrategista cultural, Alder liderou frentes como:

♦ Criação de roteiros e curadorias;
♦ Captação de recursos;
♦ Formação de equipes técnicas;
♦ Comunicação comunitária e mediação institucional.

Com 50 edições realizadas e um público estimado em mais de 20 mil pessoas, a Quarta dos Tambores consolidou-se como uma referência regional em educação patrimonial, política cultural e práticas afrocentradas de resistência simbólica e estética.

Mais informações:

Sobre o projeto (histórico e objetivos):
https://quartadostambores.wordpress.com/sobre/
Equipe Estratégica e Comunidade do Tambor (COMTA):
https://quartadostambores.wordpress.com/2023/12/14/equipe-estrategica-e-a-comunidade-dos-tambores/”
Programação infantil – Quarta dos Tamborzinhos (Governo da Bahia):
https://www.ba.gov.br/cultura/noticia/2024-02/49243/quarta-dos-tambores-se-rende-criancas-e-faz-programacao-especial-em-outubro
Canal de vídeos no Vimeo:
https://vimeo.com/channels/quartadostambores

TOQUE DAS NAÇÕES

O Toque das Nações marca o momento de abertura da Quarta dos Tambores. Nele, representantes de terreiros das quatro principais nações do Candomblé — Jeje, Ketu, Angola e Nagô — conduzem cantos sagrados e compartilham saberes sobre as tradições e instituições de matriz africana. Trata-se de um espaço de celebração, memória e valorização da ancestralidade afro-brasileira.

Quarta Dos Tambores na Praça Teixeira de Freitas. Cachoeira/BA, 2015
Quarta Dos Tambores na Praça Teixeira de Freitas. Cachoeira/BA, 2015

TOQUE DOS ARTISTAS

Grupos culturais

Doutora Dalva é a fundadora do Samba de Roda Suerdik, matriarca do samba de roda, é também uma das integrantes da Irmandade da Boa Morte, assídua participante dos encontros da Quarta.
Samba de Roda Esmola Cantada da Ladeira da Cadeia na Quarta Dos Tambores. Cachoeira/BA 2014.
Samba de Roda Filhos de Coqueiros pela primeira vez no evento. Cachoeira/BA, 2015.

Grupos culturais

Banda Forroots - Quarta dos Tambores. Cachoeira/BA, 2015.
Grupo Ganges - Quarta dos Tambores. Cachoeira/BA, 2015.
Grupo Ganges - Quarta dos Tambores. Cachoeira/BA, 2015.
Apresentação dos estudantes - Quarta dos Tambores. Cachoeira/BA, 2015.

RESISTEC

Projeto desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e duas escolas públicas da região, no âmbito do programa de extensão Arte- Computação das Escolas, coordenado por Jarbas Jácome. A ação integrou arte, tecnologia e educação, promovendo oficinas e atividades interativas com estudantes do ensino básico. O projeto buscou ampliar o acesso à cultura e estimular o protagonismo criativo nas comunidades escolares do Recôncavo Baiano.

Resistec: robótica com Arduino - Quarta dos Tambores. Cachoeira/BA, 2013.

DEBATES

A primeira desembargadora negra Luizlinda Valois e a historiadora Daniela Ortega debatem relações raciais no Brasil - Quarta dos tambores -Cachoeira/BA, 2014.
O coreógrafo, bailarino e prof. de Arte Edson Bispo responde aos questionamentos de Alder Augusto e do público no Debate - Quarta Dos Tambores - Abril de 2014.
O Tote Marcelino, Vovó do Ilê e Alder Augusto falam do processo de fundação do lendário bloco afro de Salvador - Quarta dos Tambores - 2015.

QUARTA DOS TAMBORZINHOS

Encontro realizado ao ar livre, antecedendo a programação principal da Quarta dos Tambores, com foco exclusivo no público infantil. A atividade contou com cortejos, oficinas lúdicas e apresentações artísticas voltadas à valorização das tradições afro-brasileiras desde a infância. Durante toda a realização da Quarta dos Tambores, Alder Augusto desempenhou múltiplas funções, atuando como apresentador, mediador, diretor artístico e coordenador financeiro, demonstrando versatilidade e forte capacidade de articulação na condução do projeto.

Quadrilha Junina Infantil - Quarta dos Tamborzinhos, 2015.
Público de crianças na Quarta dos Tamborzinhos - 2014.
Grupo Cultural Ganges - Quarta dos tamborzinhos, 2013.
Grupo Cultural Infantil Curumirim - Quarta dos Tamborzinhos, 2013.
Etiqueta Recôncavo Baianoo - 2015

QUARTA DOS TAMBORES

O projeto Kotebá do Povo, idealizado por Alder Augusto, adapta o teatro africano Kotebá, da etnia Bambara do Mali, ao contexto das comunidades do Recôncavo Baiano. A iniciativa promove o encontro entre ancestralidade africana e vivências locais, fortalecendo a memória coletiva e os vínculos culturais da região. No Kotebá do Brasil, as histórias são construídas a partir de narrativas dos próprios moradores, coletadas em formato audiovisual e posteriormente recriadas em esquetes teatrais que abordam conflitos cotidianos e questões sociais emergentes. Além de tradutor do conceito original, Alder atuou como elaborador da proposta, ator, coordenador de campo e coordenador financeiro da iniciativa. As apresentações seguem uma estrutura dividida em três momentos:

1. Identificação de personagens locais (com base em escuta comunitária e entrevistas);
2. Dramatização das relações sociais e dos conflitos cotidianos;
3. Participação ativa do público, como provocador e agente de transformação da cena. Além dos espetáculos, o projeto realiza oficinas de dança, música e recreação infantil, ocupando praças, ruas e escolas.

As ações já circularam por cidades como São Félix, Maragogipe, Governador Mangabeira, Conceição do Almeida, Castro Alves e São Felipe. Com forte dimensão comunitária e foco em arte pública, o Kotebá do Povo consolida-se como referência em teatro de rua, animação sociocultural e práticas afrocentradas de criação.
Documentação Audiovisual (YouTube):

Kotebá do Povo – Direção: Alder Augusto
♦ Abertura do DOC (parte 1): https://www.youtube.com/watch?v=rZDUQMsTGNI
♦ Parte 2: a href=https://www.youtube.com/watch?v=ut56crI2HWE
♦ Parte 3: https://www.youtube.com/watch?v=zbojLuGdXTI
♦ Depoimentos de Abertura: https://www.youtube.com/watch?v=ut56crI2HWE>

Entrevista narrativa: Charuteira de Maragogipe, Maragogipe/BA, 2015.
Entrevista narrativa: Zé do Boi, São Félix/BA, 2015.
Entrevista narrativa: Charuteira de Maragogipe, Maragogipe/BA, 2015.
Entrevista narrativa: A menina do rio, São Félix/BA, 2015.
Etiqueta Cabo de Santo Agostinho/PE - 2003 — 2005

Atuou como tocador, dançarino e orador do Grupo Cultural Perola Negra – Um grupo multi-artístico originado de um projeto social desenvolvido pelo Centro das Mulheres do Cabo – Organização de mulheres feministas.

Em ações temáticas e coletivas como parte das atividades do Grupo Cultural, Cabo de Santo Agostinho/PE.
Foto tirada por Marcelo Ferreira na Pça do Jacaré, Centro, Cabo/PE, 2004.
Apresentanção do Grupo Perola Negra no Festival de dança no Recife - Pátio de São Pedro, Recife/PE - 2005.
Etiqueta Osasco/SP- 2007
Apresentação do espetáculo "O Rouxinol" na CIA de Balé Sebastian. Osasco/SP, 2007
Etiqueta Rio de Janeiro/RJ - 2009

GIMBA — Presidente dos Valentes

Alder Augusto atuou como ator e músico do espetáculo – a direita do ator que está em pé. Rio de Janeiro/RJ, 2009.